Na noite que todos esperavam, em Belém, apareceu uma estrela. Sem alarido, apenas uma luz — silenciosa, mas suficientemente quente.
Ficámos profundamente comovidos por essa luz, e por isso fizemos joias. Que descanse na cruz que coloca todas as manhãs, na corrente que soa suavemente no seu pulso. Esses pequenos brilhos de luz irão refratar-se em calor exatamente quando mais precisar.
Como a própria vida: frescura e calor lado a lado, e a graça escondida no momento em que a luz se dobra.
Não somos caros, mas nunca leves. Acessíveis de usar, feitos para todos os dias, dignos de oferecer.
Cada peça carrega uma frase, escrita discretamente num cartão — não a apressa, não a perturba, apenas espera até ao dia em que precisar dela, e suavemente a deixa lê-la.
A graça nunca está longe. Há sempre uma luz para si.